1 “Jean Dolabella” 1
* May 14, 1978
Brazil
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biography A drummer since he was 10 years old, Jean Dolabella - today a member of Sepultura, one of the most important trash metal bands in the world - he is nowadays, nationally and internationally known in the music environment.

In Minas Gerais he has played with important names such as Sônia Andrade, Scarceus, Sem Minsericòrdia, Berimbrown, Tianatácia and others. With Udora - ex Diesel - he played the Rock In Rio III at the main stage and toured all over the country when the band decides to move to the US.

Still with Udora In Los Angeles, Jean worked with the producers Matt Wallace ( Faith No More and Marron 5 ) and Thom Russo ( Audioslave, System of a Down and Michael Jackson ) and joined the US tour with Jerry Cantrel ( Alice in Chains ) as the opening act.

In paralell to the intense work with Udora, Jean continued to invest in his educational background and professionalization. He graduated at the Los Angeles Music Academy, where he studied with Michael Shapiro, Ralph Humphrey, Joe Porcaro, Dave Beyer and other great names from L.A. He played with Nayzeth ( México ) and Kátia Moraes ( Brasil ) and recorded with several musicians being among them Kile Riabko ( US, Columbia Records ), on a CD produced by Matt Wallace, in which also participates Greg Bissonette and Michael Bland , Prince.

Nowadays, he reconciles his schedule of workshops and classes in Brazil with Sepultura´s national and international tours.

Porguese Bio

“Não me lembro de momentos na minha vida em que a música e a bateria não fizesse parte dela” é a resposta de Jean Dolabella ao ser indagado sobre quando começou a tocar. Nascido em Uberaba, o músico se mudou para Uberlândia ainda criança e tem a nítida imagem de, desde menino, estragar os sofás de casa com baquetas que ganhou do tio baterista, Ivan Dolabella.

Aos 10 anos de idade conseguiu, com dificuldade e ajuda da família, comprar sua primeira bateria. E, na mesma época entrou para uma banda de pop rock e percorreu casas noturnas da cidade, sempre com a presença da mãe, Jane Turrer.

Mudou-se para Belo Horizonte com 14 anos, onde continuou trilhando o caminho da música, agora tocando heavy metal, primeiro estilo a se identificar efetivamente, embora tenha constituído seu gosto musical com influências, das mais ecléticas, do rock nacional e internacional. Entretanto, o começo de sua profissionalização como músico foi marcada por sua entrada na banda Cheb, aos 17 anos, tocando semanalmente em diversas casas noturnas da capital e do interior de Minas.

Dono de um auto didatismo de dar inveja aos veteranos, Jean decidiu começar a estudar música e foi aluno de importantes nomes mineiros como Mário Castelo, André Queiroz, Hudson Vaz, Cássio Cunha e Leo Pires na escola Pró Music, onde veio a se tornar professor, aos 18 anos e, em 2000 escreveu e organizou a metodologia da escola, em parceria com Giovani Mendes, utilizada pelos professores ainda hoje. O professor Mário Castelo – que morreu em 2005, vítima de um ataque cardíaco – deixou registrado em vídeo suas impressões sobre o aluno Jean. “Fui o primeiro professor do Jean, mas hoje é ele quem me ensina!”.

A partir de 1997, apesar da pouca idade, começa a ser reconhecido profissionalmente em Belo Horizonte, sendo requisitado para gravações por artistas como Sônia Andrade, Scarceus, Sem Misericórdia e vários outros. Na mesma época conhece Gustavo Drumond com quem monta o Diesel, banda que veio a se destacar na cena mineira e, posteriormente, nacional de rock alternativo. O primeiro CD foi gravado e lançado em 1999, levando a banda para turnê nacional em cidades como: São Paulo, Rio, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre e outras. Neste mesmo período, Jean arruma uma brecha em sua agenda para sair em turnê com a conhecida banda mineira Tianastácia, substituindo o baterista oficial, Glauco Nastácia, devido a problemas de saúde do mesmo.

2001 foi um ano muito significativo para o músico e para o Diesel. A banda ganhou o concurso “Escalada do Rock”, uma competição entre mais de 2000 bandas brasileiras inscritas, que oferecia como prêmio um contrato com a gravadora Trama e a oportunidade de dividir o palco mundo do rock in rio III com atrações internacionais de peso como Silverchair, Deftones e Red Hot Chili Peppers. Diesel não fez feio ao abrir a noite do festival, tocando para 250 mil pessoas, num caloroso show marcado por muita presença de palco, carisma e boas músicas. “Ao final dos show as pessoas gritavam Diesel e eu fiquei anestesiado. Eu me lembro de ter pulado na galera. Foi inacreditável!” relembra Jean.

Com o prévio intuito de tentar carreira internacional, os integrantes do Diesel resolvem não assinar com a Trama e, após sua última turnê pelo Brasil, seguem rumo à Los Angeles. Lá, regravaram o primeiro CD - agora com o nome Udora para evitar constrangimentos legais com a grife norte americana Diesel - pela gravadora de Clive Davis, J Records/BMG com o renomado produtor Matt Wallace, que já produziu bandas como Faith No More e Marron 5. “Trabalhar com o Jean é sempre inspirador e um grande prazer. Eu nunca vi ninguém entrar no estúdio tão preparado como ele. É um raro talento pois, ao mesmo tempo em que pode tocar leve e suavemente, toca com tanta energia e fogo que fica difícil acreditar que está vindo do mesmo baterista” Considera Wallace.

Entretanto, além do trabalho com banda, Jean também conseguiu uma bolsa integral de estudos para se graduar na Los Angeles Music Academy, onde estudou com Michael Shapiro, Ralph Humphrey, Joe Porcaro, Dave Beyer e outros grandes nomes de L.A.

A partir daí, paralelamente à banda, trabalha profissionalmente como músico em Los Angeles e grava com vários artistas, dentre eles Kile Riabko (Columbia), disco também produzido por Matt Wallace, e no qual participa também Greg Bissonette e Michael Bland, do Prince. Também toca com Nayzeth (México) e Kátia Moraes (Brasil). Vários eventos brasileiros na Califórnia requisitam sua presença, onde divide o palco com bandas reconhecidas como Marcelo D2, O Rappa e Araketu. Participa, na mesma época, da turnê com Fauzi do Tribo de Jah.

Em 2005 grava com o Udora o CD Liberty Square com o produtor Thom Russo que trabalhou com Audioslave, System of a Down e Michael Jackson, entre outros. Pouco tempo depois, por incompatibilidade de projetos e aspirações, Jean decide deixar o Udora e retornar de vez para o Brasil. Atualmente, ao retomar projetos docentes de workshop e aulas particulares em Belo horizonte, foi convidado, a partir de um ensaio teste realizado em São Paulo, a participar das próximas turnês com a banda mineira reconhecida internacionalmente, Sepultura, que, por ironia do destino, foi, desde o início forte influência na formação musical do, até então, fã, Jean Dolabella.

“Em estúdio, show ou por diversão, ele sempre junta o amor e o respeito que tem pela bateria e é capaz de trabalhar mais duro do qualquer um para finalizar um trabalho com perfeição e, sempre, com um sorrisão na cara.” Conclui Matt Wallace.

Texto por Lira Turrer

(31) 88584019

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